18 de agosto de 2015

Filosofia visual para crianças

Ellen Duthie e Daniela Martagón criaram caixas que contêm pranchas ilustradas. Lá dentro encontram-se folhas soltas, trabalhadas como se de um livro-álbum se tratasse, com  questões que dão que pensar. A coleção Filosofia visual para niños tem edição Wonder Ponder. As publicações Mundo Cruel e Yo persona têm como destinatário preferencial a criança, mas as autoras desejam que também os adultos reflitam sobre estas questões complexas.
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«De momento están en el mercado Mundo cruel y Yo, persona, cada una con unos objetivos de trabajo muy concretos. Mundo cruel quiere hacernos reflexionar sobre el concepto de crueldad y sus derivados. Es una caja que quiere que hablemos con seriedad de este concepto con preguntas del tipo: ¿Matar hormigas te parece cruel?¿Crees que a veces los niños son crueles con los adultos?¿Cualquiera puede ser una víctima?

Yo, persona invita a asombrarte y reflexionar sobre dos preguntas muy cortas y no tan sencillas: ¿Quién soy? (¿Yo?) y ¿Qué soy? (¿Persona?). Si te atreves a adentrarte en la resolución de estas dos cuestiones, tendrás que tomarte tu tiempo y reflexionar sobre los puntos clave de cada una de las preguntas de cada lámina.»

Para ler mais.

29 de julho de 2015

Ilustrísima - Mercado de desenho e ilustração | Madrid

Ora aqui está uma oportunidade de negócio para ilustradores. 
Este mercado irá decorrer em dezembro, mesmo antes do Natal. Uma excelente data para convidar o público a abrir os cordões à bolsa e presentear os mais queridos com ilustrações de qualidade. Até 27 de setembro podem fazer a vossa candidatura para reservar um stand no Museo ABC de Dibujo e Ilustración, em Madrid.
O regulamento pode ser descarregado aqui. Bons negócios!




24 de julho de 2015

10 mistakes illustrators make

Tropecei nesta lista de erros, atribuídas a ilustradores, que dá que pensar. O ponto de vista aqui é de um diretor de arte, profissão que por cá ainda não é muito frequente. Conhecermos o outro lado das coisas é sempre bom. O nosso trabalho, enquanto criadores, deveria refletir isso mesmo. Deveríamos funcionar em equipa, é certo... De qualquer modo, as dicas que Giuseppe Castellano enumera são coerentes e podem sempre ajudar-vos num próximo projeto.
Os que trabalham de forma (mais) tradicional, como eu, não se vão identificar tanto com o que ele traz à discussão, mas... nunca se sabe.

Deixo-vos duas frases que, por uma razão ou por outra, me chamaram a atenção:

«a piece of art is reviewed by the designer, art director (me), copy editor, editor, editor-in-chief, associate publisher, and publisher. It’s a damn miracle you aren’t getting more notes. What notes you do receive are meant to bring out the best in you. That is our collective job.»

«They respect the fact that a book is for the reader. And the reader deserves a well-written, well-edited, well-designed, well-copyedited, well-vetted, quality product.»

22 de julho de 2015

O papel do designer nos livros ilustrados. Será?

Este testemunho é de Leah, um designer na editora Floris Books (Reino Unido).
Não sei até que ponto isto se passará em Portugal. Terão os designers de livros de LIJ este poder de decisão todo? Pela minha experiência... não. Mas... Quem quiser comentar, faça o favor. Adorava conhecer um pouco mais esta nossa realidade.

O texto começa assim:
DonTale of Tam Linn«And that’s where I come in; my name is Leah and I’m the Designer at Floris Books. It’s my job to make our picture books as brilliant as possible, and the best way to do that is to work alongside an equally brilliant illustrator! There’s much more to creating a picture book than meets the eye. An illustrator works hard with an author to make a picture book look wonderful, and they both bring unique talents. A recent article in The Booksellerhighlighted how we should recognise their role so much more. Floris Design wholeheartedly supports this idea, so this week they asked me to reveal all about how we work with illustrators to create beautiful books. Come with me on a journey through The Tale of Tam Linn by Lari Don and Philip Longson!»
Podem continuar a ler aqui.



20 de julho de 2015

Suzy Lee e Shadows - uma espécie de making of



«When the book got published, it was great to hear the readers’ different ways of reading ‘Shadow’. Some said that you need to read it on your lap. If you place it at 90 degrees, the shadows look more convincing, as if they are cast on the floor.

Some said that you have to see both pages together to see the real and imaginary world at the same time.

Some said that you have to keep turning the book around. By rotating the book, you can even choose the part of the story that you want to see first. All methods of reading are possible because it’s a ‘book’.»



Vale mesmo a pena ler a descrição do processo criativo de Suzy Lee no belíssimo blogue Picturebook makers.
Quanto mais simples parecer melhor será o resultado, como comprovam os vários prémios que a ilustradora tem recebido.

17 de julho de 2015

Draw out imagination with a picture book

Mais um testemunho do potencial dos livros-álbum sem palavras.


News | Published in TES on 17 July, 2015 | By: jennifer farrar
«Texts without words aren’t just for the very young – their open-ended nature gives creative licence to primary pupils of all ages
It’s Mr Wuffles Week at Corstorphine Primary, a school of 500 pupils in a west Edinburgh suburb, and the classroom is buzzing with creative activity. Normal timetables have been suspended, school uniforms shelved and every pupil, from nursery to the 11- and 12-year-olds of P7, is exploring the same tome: Mr Wuffles! – a picture book with virtually no words, created by award-winning author David Wiesner.»