9 de agosto de 2016

O meu site, finalmente!


Há muito que estava a faltar um site para estes lados mas... finalmente, aconteceu.
A cara dele é assim, como veem na foto de baixo.
Ide ver!


gabrielasottomayor.com

Partilhem à vontade!
Fico-vos agradecida! Muito!

6 de julho de 2016

Ilustração de livros de LIJ em Portugal...

Quem leu o post anterior sabe que em casa de ferreiro espeto de pau. Pois é. Mesmo em cima do acontecimento venho contar-vos que já podem encomendar o meu mais recente filho. Um livro. Desta vez com muitas palavras minhas e muitas ilustrações de outros.
Da minha tese de doutoramento, que versava a ilustração em Portugal na primeira década do século XXI, surge agora esta publicação: Ilustração de livros de LIJ em Portugal na primeira década do século XXI: caracterização, tipificação e tendências. Saiu pela Tropelias & Companhia (uma chancela da Trinta por uma linha) e pode ser adquirido aqui.
Deixo-vos a capa e o texto de contracapa, para aguçar o apetite para futuras leituras.
Partilhem. Eu agradeço.
nota: livro com 15cm x 23cm com ilustrações a cores


SEJAM BEM-VINDOS À NOSSA ALDEIA! - exposição de ilustração

Em casa de ferreiro espeto de pau. Ando numa semana louca cheia de coisas e coisinhas para fazer. E não consegui vir cá contar-vos.

Uma exposição que é já na sexta e um livro que me chegou hoje às mãos. Tudo meu!
Pois é, já não fazia uma exposição há muito tempo. E porquê? Porque andava a tratar de produzir as linhas do livro, o tal, que já podem encontrar nas livrarias. É filho da minha tese de doutoramento. Mas falo-vos dele no próximo post.

Agora a exposição...
A exposição inaugura já dia 8, pelas 18h (até às 22h) no espaço SPA - Saluteperarte (no Porto). A morada vai em baixo.
Deixo-vos o texto que escrevi para acompanhar a exposição.
«Um começo sem plano. Sem meio e sem fim. Um começo apenas. Foi como todos surgiram. Um a um. Sem pressas. Personagens fictícias, sem razão construída. Fiz a vontade à mancha. Deixei fluir o gesto e abracei aquilo que vi e se transformou na continuação do movimento. Parei na eminência de um sentir, de um olhar intenso sem se exceder. Aguardei pelo inesperado. Aproveitei reflexões e posturas imprevistas. Estavam todas lá. Registei-as aos poucos. Juntaram-se muitos. Uma aldeia inteira. Todos diferentes. O processo foi temperado com inevitáveis chamamentos do quotidiano que deixaram a vida de cada personagem forjar-se mais nítida no meu pensamento. Pausas impostas que ajudaram a escolher o caminho a seguir e a consolidar decisões. Partir à conquista formal sem plano tem muito de libertador. As histórias que as manchas contam e que as cores pontuam só precisam de ser destacadas. Poder, aparentemente, seguir sem rumo, ou mesmo para variar, foi refrescante. Tudo fluiu com naturalidade. O desafio culminará agora no vosso ver e sentir.
Sejam bem-vindos à nossa aldeia!
Entrem.
Respirem connosco.»

Apareçam!
Gostava de vos ver por lá.
Sejam bem-vindos à nossa aldeia!

Morada: Rua Justino Teixeira, 772  (Metro: estação Campanhã)
Horário: De segunda a Sábado das 11h00 às 20h00 Visitas também por marcação
(por favor tocar caso a porta se encontrar fechada)


1 de julho de 2016

Folhas de rosto singularmente ilustradas

No próximo dia 2, já amanhã, o Pedro Seromenho vai estar na livraria Centésima Página, em Braga para falar destas maravilhas que ele ilustrou. O livro chama-se «As gravatas do meu pai» e já me tinha chamado a atenção pelo formato peculiar. Parecer muito alto e magrinho não é ilusão da fotografia. Ele é mesmo assim. Um livro à altura (ou melhor, ao comprimento) de uma gravata. Tenho de confessar que não conheço o livro por dentro. Fiquei apaixonada pelas folhas de rosto. Pois é, as folhas de rosto são o meu soft spot. Mas já encomendei um, este que vos mostro. Quando já o tiver nas mãos venho cá dar-vos uma palavrinha sobre as restantes páginas.
Esta edição que vai ser apresentada amanhã (nunca é demais repetir) só tem 20 exemplares. Têm, portanto, 20 ilustrações à escolha. 20 livros diferentes. 19, desculpem, que este já tem dono. Mas apressem-se que já sei de mais interessados.  Boas leituras!
«As gravatas do meu pai» de Pedro Seromenho.

14 de abril de 2016

As folhas de rosto nos livros ilustrados de literatura infantojuvenil: uma proposta tipológica

Deixo-vos aqui o início do meu artigo, recentemente publicado na Tropelías: Revista de Teoría de la Literatura y Literatura Comparada, nº 25 (2016), onde avanço com uma proposta tipológica para as folhas de rosto dos livros ilustrados para crianças. A revista é de livre acesso, pelo que poderão ler o artigo na íntegra sem problema. Podem continuar a ler aqui.

As partilhas são muito bem-vindas!


22 de fevereiro de 2016

Gerontologia e Transdisciplinaridade

Mais um trabalho. Desta vez design e ilustração da capa de um livro para adultos sobre os mais velhos. Uma temática muito pertinente! Quem quiser adquirir pode fazê-lo aqui. Gerontologia e Transdisciplinaridade foi coordenado por Vítor Fragoso e Margarida Sotto Mayor. A edição ficou a cargo de Portal Edições. Em baixo deixo-vos a sinopse.
 
Gerontologia e Transdisciplinaridade desafia a comunidade em geral e a científica em particular a fazer o exercício da transdisciplinaridade deixando-se “contagiar pelos saberes do outro”. Aborda a problemática do envelhecimento com as consequências sociais, educativas, psicológicas e médicas inerentes, num percurso que prima pela cooperação multidisciplinar internacional entre Portugal, Brasil e Espanha. O livro expressa a opinião dos vários autores, com ênfase para a importância da cooperação intergeracional, da aprendizagem ao longo da vida e da inclusão digital de adultos idosos, reduzindo estigmas e fazendo apelo a um modelo multifatorial de saúde global e integrativo.

Aborda os aspetos da gestão das práticas dos profissionais das diversas áreas do saber tendo como pressuposto uma abordagem transdisciplinar, transcultural e transreligiosa. Esta publicação potencia a formação global, estimula uma visão armilar do saber e contribui para diferenciar as respostas para as idades mais tardias e para fazer emergir uma nova consciência, que supere as diversas fragmentações existentes que se deseja que culmine numa ecologia de saberes.

7 de dezembro de 2015

Para o poema 'Adolescente' de Duarte Solano

Aqui está a ilustração a cores que deu origem à minha humilde contribuição para A Bula de dezembro do Correio do Porto.