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10 de janeiro de 2017


Na agenda do mês de janeiro da Hipopómatos na Lua diz assim: «Os miúdos lêem o que os graúdos escolhem. Pais, Avós, Professores, Educadores, o que devemos saber antes de escolher? Os Hipopómatos propõem alguns encontros para partilha de conhecimentos.» 
Numa sessão intitulada «Imagens ao domingo» terei o privilégio de inaugurar o ciclo «O que lêem as nossas crianças?» a decorrer no próximo domingo, dia 15, pelas 15h30, na Hipopómatos na Lua (para quem não sabe, em Sintra). 

Por isso, miúdos e graúdos, apareçam! Venham conversar comigo sobre ilustração e participar numa atividade prática.

nota: ilustração do cartaz da autoria de Gabriela Sotto Mayor para o livro «Ilustração de livros de LIJ em Portugal na primeira década do século XXI - caracterização, tipificação e tendências».

20 de dezembro de 2016

«Porque tem ovelhinhas na camisolinha!» na revista inVISIBILIDADES




A InVISIBILIDADES, revista Ibero-americana de pesquisa em educação e artes é de acesso livre.

O meu artigo «Porque tem ovelhinhas na camisolinha!» - a predileção do destinatário preferencial face às ilustrações dos livros premiados pelo Prémio Nacional de Ilustração [2000-2009] pode ser lido a partir da página 73 deste número 9 (agosto de 2016). Mas todos os artigos são de interesse.
Aproveitem.
Divulguem.

7 de outubro de 2016

«Libro-álbum: 16 preguntas con respuesta» por Román Belmonte

Do blogue Donde Viven Los Monstruos: LIJ, da responsabilidade de Róman Belmonte aconselho a leitura do post do passado dia 5: «Libro-álbum: 16 preguntas con respuesta».

Mas deixo à vossa reflexão o seguinte: Na resposta à pergunta «Que tipos de libro-álbumes podemos definir en base a los lenguajes artísticos que contienen?» parece apresentar uma classificação deste tipo de produto editorial, mas nas respostas seguintes argumenta contraditoriamente. Román Belmonte parece confundir o conceito de livro-álbum. Se o livro-álbum é aquele em que a palavra e a imagem dialogam de tal forma que a sua leitura combinada gera um novo texto global, que nunca poderia ser compreendido se cada código fosse lido separadamente, um «libro-álbum narrativo» como o define é nada mais nada menos que um livro ilustrado, apenas. Como bem diz, aqueles livros em que «la ilustración sólo acompaña y apoya».  De qualquer modo, é uma entrevista que vale a pena ser lida. É um bom resumo da temática «livro-álbum».


27 de setembro de 2016

Tendências da Ilustração de literatura portuguesa para a infância na primeira década do século XXI

Na próxima sexta (dia 30 de setembro) estarei na Escola Superior de Educação de Viseu no Encontro Imaginários Iluminados - Era uma vez... a literatura para a infância em português. Vai ser uma tarde muito animada. Começo a moderar a mesa dos ilustradores convidados Catarina Sobral, Luís belo e Rosário Pinheiro e termino a apresentar as «Tendências da Ilustração de literatura portuguesa para a infância na primeira década do século XXI». Com certeza vão ter muitas perguntas para fazer. Vejam o programa. Apareçam!


14 de abril de 2016

As folhas de rosto nos livros ilustrados de literatura infantojuvenil: uma proposta tipológica

Deixo-vos aqui o início do meu artigo, recentemente publicado na Tropelías: Revista de Teoría de la Literatura y Literatura Comparada, nº 25 (2016), onde avanço com uma proposta tipológica para as folhas de rosto dos livros ilustrados para crianças. A revista é de livre acesso, pelo que poderão ler o artigo na íntegra sem problema. Podem continuar a ler aqui.

As partilhas são muito bem-vindas!


18 de agosto de 2015

Filosofia visual para crianças

Ellen Duthie e Daniela Martagón criaram caixas que contêm pranchas ilustradas. Lá dentro encontram-se folhas soltas, trabalhadas como se de um livro-álbum se tratasse, com  questões que dão que pensar. A coleção Filosofia visual para niños tem edição Wonder Ponder. As publicações Mundo Cruel e Yo persona têm como destinatário preferencial a criança, mas as autoras desejam que também os adultos reflitam sobre estas questões complexas.
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«De momento están en el mercado Mundo cruel y Yo, persona, cada una con unos objetivos de trabajo muy concretos. Mundo cruel quiere hacernos reflexionar sobre el concepto de crueldad y sus derivados. Es una caja que quiere que hablemos con seriedad de este concepto con preguntas del tipo: ¿Matar hormigas te parece cruel?¿Crees que a veces los niños son crueles con los adultos?¿Cualquiera puede ser una víctima?

Yo, persona invita a asombrarte y reflexionar sobre dos preguntas muy cortas y no tan sencillas: ¿Quién soy? (¿Yo?) y ¿Qué soy? (¿Persona?). Si te atreves a adentrarte en la resolución de estas dos cuestiones, tendrás que tomarte tu tiempo y reflexionar sobre los puntos clave de cada una de las preguntas de cada lámina.»

Para ler mais.

20 de julho de 2015

Suzy Lee e Shadows - uma espécie de making of



«When the book got published, it was great to hear the readers’ different ways of reading ‘Shadow’. Some said that you need to read it on your lap. If you place it at 90 degrees, the shadows look more convincing, as if they are cast on the floor.

Some said that you have to see both pages together to see the real and imaginary world at the same time.

Some said that you have to keep turning the book around. By rotating the book, you can even choose the part of the story that you want to see first. All methods of reading are possible because it’s a ‘book’.»



Vale mesmo a pena ler a descrição do processo criativo de Suzy Lee no belíssimo blogue Picturebook makers.
Quanto mais simples parecer melhor será o resultado, como comprovam os vários prémios que a ilustradora tem recebido.

8 de julho de 2015

Gabriela Sotto Mayor em entrevista no Porto Alive!


No passado dia 2 fui entrevistada no programa Porto Alive! sobre a minha tese de doutoramento (desenvolvida no Instituto da Educação da Universidade do Minho). Esta foto é do dia da gravação, uns segundos antes de começarmos.


Foi para o ar no sábado, dia 4, pelas 17h no Porto Canal. Foi uma experiência muito interessante. A entrevista é muito curta. Muito mais haveria para se falar, claro, mas assim, podem ficar a conhecer alguns pormenores de um estudo que visou caracterizar a ilustração de literatura infantojuvenil em Portugal na primeira década do século XXI.

Carreguem numa das imagens. Espero que gostem.