27 de setembro de 2016
Tendências da Ilustração de literatura portuguesa para a infância na primeira década do século XXI
Na próxima sexta (dia 30 de setembro) estarei na Escola Superior de Educação de Viseu no Encontro Imaginários Iluminados - Era uma vez... a literatura para a infância em português. Vai ser uma tarde muito animada. Começo a moderar a mesa dos ilustradores convidados Catarina Sobral, Luís belo e Rosário Pinheiro e termino a apresentar as «Tendências da
Ilustração de literatura portuguesa para a infância na primeira década do
século XXI». Com certeza vão ter muitas perguntas para fazer. Vejam o programa. Apareçam!
«Sejam bem-vindos à nossa aldeia!» - Exposição de ilustração na Fundação PT
Dia 4 entre as 18h e as 20h estarei a sorrir e a distribuir abraços no Espaço PT de Tenente Valadim (da Fundação PT) no Porto. Quem quiser testemunhar ou ser abraçado só tem de aparecer.
9 de agosto de 2016
O meu site, finalmente!
A cara dele é assim, como veem na foto de baixo.
Ide ver!
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| gabrielasottomayor.com |
Partilhem à vontade!
Fico-vos agradecida! Muito!
6 de julho de 2016
Ilustração de livros de LIJ em Portugal...
Quem leu o post anterior sabe que em casa de ferreiro espeto de pau. Pois é. Mesmo em cima do acontecimento venho contar-vos que já podem encomendar o meu mais recente filho. Um livro. Desta vez com muitas palavras minhas e muitas ilustrações de outros.
Da minha tese de doutoramento, que versava a ilustração em Portugal na primeira década do século XXI, surge agora esta publicação: Ilustração de livros de LIJ em Portugal na primeira década do século XXI: caracterização, tipificação e tendências. Saiu pela Tropelias & Companhia (uma chancela da Trinta por uma linha) e pode ser adquirido aqui.
Deixo-vos a capa e o texto de contracapa, para aguçar o apetite para futuras leituras.
Partilhem. Eu agradeço.
Da minha tese de doutoramento, que versava a ilustração em Portugal na primeira década do século XXI, surge agora esta publicação: Ilustração de livros de LIJ em Portugal na primeira década do século XXI: caracterização, tipificação e tendências. Saiu pela Tropelias & Companhia (uma chancela da Trinta por uma linha) e pode ser adquirido aqui.
Deixo-vos a capa e o texto de contracapa, para aguçar o apetite para futuras leituras.
Partilhem. Eu agradeço.
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| nota: livro com 15cm x 23cm com ilustrações a cores |
SEJAM BEM-VINDOS À NOSSA ALDEIA! - exposição de ilustração
Em casa de ferreiro espeto de pau. Ando numa semana louca cheia de coisas e coisinhas para fazer. E não consegui vir cá contar-vos.
Uma exposição que é já na sexta e um livro que me chegou hoje às mãos. Tudo meu!
Pois é, já não fazia uma exposição há muito tempo. E porquê? Porque andava a tratar de produzir as linhas do livro, o tal, que já podem encontrar nas livrarias. É filho da minha tese de doutoramento. Mas falo-vos dele no próximo post.
Agora a exposição...
A exposição inaugura já dia 8, pelas 18h (até às 22h) no espaço SPA - Saluteperarte (no Porto). A morada vai em baixo.
Deixo-vos o texto que escrevi para acompanhar a exposição.
«Um começo sem plano. Sem meio e sem fim. Um começo apenas. Foi como todos surgiram. Um a um. Sem pressas. Personagens fictícias, sem razão construída. Fiz a vontade à mancha. Deixei fluir o gesto e abracei aquilo que vi e se transformou na continuação do movimento. Parei na eminência de um sentir, de um olhar intenso sem se exceder. Aguardei pelo inesperado. Aproveitei reflexões e posturas imprevistas. Estavam todas lá. Registei-as aos poucos. Juntaram-se muitos. Uma aldeia inteira. Todos diferentes. O processo foi temperado com inevitáveis chamamentos do quotidiano que deixaram a vida de cada personagem forjar-se mais nítida no meu pensamento. Pausas impostas que ajudaram a escolher o caminho a seguir e a consolidar decisões. Partir à conquista formal sem plano tem muito de libertador. As histórias que as manchas contam e que as cores pontuam só precisam de ser destacadas. Poder, aparentemente, seguir sem rumo, ou mesmo para variar, foi refrescante. Tudo fluiu com naturalidade. O desafio culminará agora no vosso ver e sentir.
Morada: Rua Justino Teixeira, 772 (Metro: estação Campanhã)
Horário: De segunda a Sábado das 11h00 às 20h00 Visitas também por marcação
(por favor tocar caso a porta se encontrar fechada)
Uma exposição que é já na sexta e um livro que me chegou hoje às mãos. Tudo meu!
Pois é, já não fazia uma exposição há muito tempo. E porquê? Porque andava a tratar de produzir as linhas do livro, o tal, que já podem encontrar nas livrarias. É filho da minha tese de doutoramento. Mas falo-vos dele no próximo post.
Agora a exposição...
A exposição inaugura já dia 8, pelas 18h (até às 22h) no espaço SPA - Saluteperarte (no Porto). A morada vai em baixo.
Deixo-vos o texto que escrevi para acompanhar a exposição.
«Um começo sem plano. Sem meio e sem fim. Um começo apenas. Foi como todos surgiram. Um a um. Sem pressas. Personagens fictícias, sem razão construída. Fiz a vontade à mancha. Deixei fluir o gesto e abracei aquilo que vi e se transformou na continuação do movimento. Parei na eminência de um sentir, de um olhar intenso sem se exceder. Aguardei pelo inesperado. Aproveitei reflexões e posturas imprevistas. Estavam todas lá. Registei-as aos poucos. Juntaram-se muitos. Uma aldeia inteira. Todos diferentes. O processo foi temperado com inevitáveis chamamentos do quotidiano que deixaram a vida de cada personagem forjar-se mais nítida no meu pensamento. Pausas impostas que ajudaram a escolher o caminho a seguir e a consolidar decisões. Partir à conquista formal sem plano tem muito de libertador. As histórias que as manchas contam e que as cores pontuam só precisam de ser destacadas. Poder, aparentemente, seguir sem rumo, ou mesmo para variar, foi refrescante. Tudo fluiu com naturalidade. O desafio culminará agora no vosso ver e sentir.
Sejam bem-vindos à nossa aldeia!
Entrem.
Respirem connosco.»
Apareçam!
Gostava de vos ver por lá.
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| Sejam bem-vindos à nossa aldeia! |
Morada: Rua Justino Teixeira, 772 (Metro: estação Campanhã)
Horário: De segunda a Sábado das 11h00 às 20h00 Visitas também por marcação
(por favor tocar caso a porta se encontrar fechada)
1 de julho de 2016
Folhas de rosto singularmente ilustradas
No próximo dia 2, já amanhã, o Pedro Seromenho vai estar na livraria Centésima Página, em Braga para falar destas maravilhas que ele ilustrou. O livro chama-se «As gravatas do meu pai» e já me tinha chamado a atenção pelo formato peculiar. Parecer muito alto e magrinho não é ilusão da fotografia. Ele é mesmo assim. Um livro à altura (ou melhor, ao comprimento) de uma gravata. Tenho de confessar que não conheço o livro por dentro. Fiquei apaixonada pelas folhas de rosto. Pois é, as folhas de rosto são o meu soft spot. Mas já encomendei um, este que vos mostro. Quando já o tiver nas mãos venho cá dar-vos uma palavrinha sobre as restantes páginas.
Esta edição que vai ser apresentada amanhã (nunca é demais repetir) só tem 20 exemplares. Têm, portanto, 20 ilustrações à escolha. 20 livros diferentes. 19, desculpem, que este já tem dono. Mas apressem-se que já sei de mais interessados. Boas leituras!
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| «As gravatas do meu pai» de Pedro Seromenho. |
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folhas de rosto,
ilustração,
Pedro Seromenho
14 de abril de 2016
As folhas de rosto nos livros ilustrados de literatura infantojuvenil: uma proposta tipológica
Deixo-vos aqui o início do meu artigo, recentemente publicado na Tropelías: Revista de Teoría de la Literatura y Literatura Comparada, nº 25 (2016), onde avanço com uma proposta tipológica para as folhas de rosto dos livros ilustrados para crianças. A revista é de livre acesso, pelo que poderão ler o artigo na íntegra sem problema. Podem continuar a ler aqui.
As partilhas são muito bem-vindas!
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